Acupuntura


  • Bases Neuroquímicas da Analgesia por Acupuntura


    15:30 em Medicina Integrativa por Aiane Cristina Alves Cordeiro


    Os efeitos da acupuntura e da eletroacupuntura são mediados através de uma variedade de mecanismos neurais e neuroquímicos. As pesquisas realizadas no início da década de 70 inicialmente elas chegaram aos mecanismos para o efeito da analgesia por acupuntura. Estudos experimentais demonstram que este efeito pode ser transferido de um coelho para outro através da transfusão de líquido céfaloraquidiano (LCR). Outras investigações exploram o papel dos neuro transmissores centrais clássicos na medição da analgesia por acupuntura, incluindo as catecolaminas e a serotonina. A disponibilidade de modelos animais, utilizando a latência da retirada do rabo do rato, por exemplo com uma avaliação biológica, permite novos experimentos para explicar a base desses efeitos. Evidencia-se a liberação diferenciada de peptídeos opiáceos do sistema nervoso central (SNC) pela eletroacupuntura de acordo com o tipo de estímulo elétrico.

    A eletroacupuntura de 2Hz libera encefalinas e beta-endorfinas, enquanto que a estimulação de 100Hz seletivamente aumenta a liberação de dinorfina na medula espinal. A combinação de ambas as frequências permite uma interação sinérgica entre três peptídeos opiáceos endógenos e um efeito analgésico mais potente. Além disso, o tratamento sequencial em espaço de tempo adequado deve resultar em um efeito cumulativo de eletroacupuntura.

    A distribuição bimodal do efeito analgésico pode ser notado em um grande grupo de raos que receberam a eletroacupuntura (maus respondedores e bons respondedores). O mecanismo de baixa resposta pode ser explicado de duas maneiras: Uma menor taxa de liberação de peptídeos opiáceos no SCN, e uma taxa alta de liberação de CCK-8, que exerce efeitos anti-opiáceos potentes. Uma descoberta recente de peptídeos  anti-opiáceos é a orfanina que está relacionada com um controle de retro alimentação negativa da estimulação por eletroacupuntura.

    INTENSIDADE DO ESTÍMULO

    O efeito anti-nociceptivo induzido pela eletroacupuntura demonstrou, tanto em ratos como em coelhos, uma relação intensidade-resposta. Os parâmetros da estimulação elétrica (frequência entre 2 e 100 Hz, comprimento de pulso de 0,3 ms e intensidade 1-3 mA) conectada a uma agulha de aço inoxidável inserida no ponto de acupuntura são capazes de induzir excitação de fibra A alfa e beta, parcialmente das fibrasA assim como porções das fibras C.  O acréscimo adicional na intensidade de estimulação pela eletroacupuntura que envolve mais fibras C, como no caso do controle inibitório nociceptivo difuso poderia aumentar a potência analgésica, porém a dor e o estresse gerados desse estimulo nociceptivo poderia prevenir o seu uso clínico . Foi relatado que o uso da capsaicina(princípio ativo da Pimenta Chilli) no bloqueio da transmissão pela fibra C no nervo ciático do rato não afeta a analgesia por eletroacupuntura de modo significante (FAN et al., 1986), sugerindo que os aferentes primários de fibra C podem não ser essencial para a produção de analgesia convencional por eletroacupuntura. Portanto, as fibra A  podem ser os componentes mais importantes das fibras aferentes que mediam os sinais de acupuntura para o sistema nervoso central no intuito de produzir um efeito anti- noceptivo. Foi demonstrado um estudo recente utilizando a expressão C- Fos como indicador da nocepção no corpo posterior da medula espinal do rato (ZHANG et al., 1994) que a expressão da C- Fos induzida pela farmalina nas camadas superficiais do corpo posterior podem ser praticamente abolidas através da aplicação tópica da capsaicina no nervo ciático. Sob as mesmas condições a disfunção das fibras C, a aplicação de eletroacupuntura em pontos das patas do rato ainda era capaz de induzir anti-nocioção utilizando a retirada do c=rabo como um indice de nocicepção.




  • Neurofisiologia da Acupuntura


    17:27 em Medicina Integrativa por Aiane Cristina Alves Cordeiro


    A eletroacupuntura ativa o sistema supressor da dor. A estimulação repetida das terminações nervosas nos planos superficiais e profundos do corpo, que integram as vias dolorosas segmentares e supra – segmentares, aliviam a dor. Foi constatado pela estimulação elétrica da substância cinzenta periaquedutal mesencefálica produz analgesia semelhante à Acupuntura, isto é, alívio da dor e manutenção das demais formas de sensibilidade.

    Vários trabalhos da literatura especializada, demostram que a Acupuntura alivia a dor aguda ou crônica na maioria dos casos, e que a repetição do procedimento resulta em elevação do índice de resultados satisfatórios.

    Como o sucesso terapêutico da Acupuntura é maior nos países de oriente em relação aos do ocidente, foi sugerido por alguns autores, que a eficácia deste método terapêutico seria decorrente de influências culturais, efeito placebo, efeito de contra irritação, sugestão ou hipnose.

    Entretanto, a hipnose tem um mecanismo de ação que difere da Acupuntura em vários aspectos: causa analgesia em pequeno número de casos, e quando isto ocorre, o seu efeito é de curta duração e não anulado por bloqueadores de receptores morfínicos. Enquanto que,  a Acupuntura é eficiente em grande número de casos, o seu efeito é prolongado e pode ser anulado por bloqueadores de receptores morfínicos. Além disso, apesar das controvérsias, a Acupuntura produz elevação no limiar de dor em animais de experimentação, menos sensíveis às influências emocionais do que o ser humano.

    Além disso, vários trabalhos explicam que a Acupuntura pode bloquear a aferência dolorosa, pelo menos por dois mecanismos:

    1- Inibição da atividade de neurônios transmissores de dor em nível medular, segundo mecanismo de comporta;

    2- Inibição da aferência nociceptiva por meio da ativação de sistemas supressores de dor segmentares e supra – segmentares.

    A transsecção da medula espinhal bloqueia o efeito da Acupuntura sobre a dor. Este é mais um elemento para reforçar a participação de estruturas supra – segmentares, provavelmente localizadas no tronco encefálico, no mecanismo de ação da Acupuntura .

    O impulso necessário para a ação da Acupuntura origina-se no  ponto de introdução das agulhas, uma vez que o efeito produzido por este método é bloqueado para anestesia local ou regional.

    A estimulação das fibras do tipo II que veiculam a sensibilidade proprioceptiva em nervos periféricos, parece ser necessária para que o índice de sucesso da Acupuntura seja elevado. Estas fibras são discriminativas e podem interferir nos sistemas supressores de dor. Razão pela qual aplicando-se a Acupuntura durante um tempo maior, obtém-se analgesia mais intensa e prolonga-se a duração de seus efeitos, que não cessam com a interrupção do estímulo.  Esta observação reforça a possibilidade da participação de neuro- transmissores no seu mecanismo de ação. Além disso foi relatada a redução atividade neural de núcleos talâmicos mediais e de núcleos do tronco encefálico e lentidão do traçado eletroencefalográfico durante sessões de Acupuntura.

    Experiências em animais demonstraram que o Líquido Cefalorraquidiano (LCR) de animais tratados por Acupuntura causa analgesia em animais não tratados pela Acupuntura. Estudos com circulação cruzada demostram elevação no limiar de dor de animais trtados e não tratados pela acupuntura. Estes fatos sugerem que um fato humoral deva estar envolvido na analgesia produzida pela acupuntura.

    A esse respeito, foi verificado que a administração de um bloqueador de receptores morfínicos (naloxona), anula o efeito da acupuntura, este fato indica a participação das vias endorfinonérgicas no fenômeno. Possibilidade confirmada quando se demonstrou que havia aumento da concentração de endorfinas no liquido cefalorraquidiano de doentes que se submeteram à acupuntura, foi reforçada ao se verificar que em animais com deficiÊncia genética de receptores opióides, ou de endorfinas, a aplicação de acupuntura não produz analgesia.

    As vias serotoninérgicas também estão envolvidas na gênese da analgesia induzida pela acupuntura, pois constatou-se o aumento da concentração de serotonina no LCR e nas estruturas neuronais do tronco encefálico inferior após aplicação de acupuntura. Foi também demonstrado que os bloqueadores serotoninéricos anulam a ação da acupuntura.

    Em resumo, atualmente, admite-se que estimulos com intensidades e frequências  diferentes são capazes de promover analgesia com caracteristicas diferentes. Foi observado que a estimulação de alta intensidade e baixa frequência, similar aquela proporcionada pela acupuntura, é capaz de promover analgesia de longa duração, com efeitos cumulativos e reversíveis através da administração de naloxona, antagonista morfínico. Através deste tipo de estímulo, o eixo hipotálamo – hipofisário atuaria na liberação de beta- endorfina .

    Estimulos com elevada frequência também elevam a concentração de serotonina e de seus metabólitos no LCR. Porém, a analgesia observada quando estímulos de alta frequência são utilizados é de curta duração e não reversível através da administração de naloxona.

    Um dos aspectos mais intrigantes sobre o mecanismo de ação da acupuntura é a existência de numerosos pontos descritos para a introdução de agulhas (pontos localizados nos meridianos), às vezes situado em segmentos do corpo distantes do local da dor. Muitos dos pontos meridionais de acupuntura coincidem com os dermatômeros onde a dor está sediada, localizando-se  em regiões ricamente inervadas e onde há concentração de pontos – gatilho. Cerca de 71% e 80 %  dos pontos de acupuntura correspondem aos pontos – gatilho, ou a pontos motores dos músculos esqueléticos.

    Nakatami demonstrou que os pontos de acupuntura correspondem a regiões do tegumento cuja resistência elétrica é baixa. Achados confirmados posteriormente por outros autores. Por outro lado, alguns autores não acharam diferenças estatisticamente significantes entre os resultados obtidos aplicando os estímulos de acupuntura nos pontos meridionais  e em pontos aleatórios da superfície  do corpo. No entanto, outros autores discordam destes achados.

    Apesar da controvérsia, recomenda-se que a estimulação seja realizada em pontos localizados nos dermatômeros onde a dor se localiza ou em pontos onde a resistência elétrica da pele está reduzida, e não necessariamente nos pontos clássicos dos meridianos orientais.

    A melhora da dor, quando da aplicação de estímulos da acupuntura em pontos distantes dos dermatômeros referidos, é explicada pela dispersão e convergência das informações nociceptivas no sistema nervoso central e pelo mecanismo de influências recíprocas, que ocorre entre os centros medulares da nocicepção. Assim, nos núcleos da formação reticular do tronco encefálico, as células apresentam amplos campos receptivos, propiciando a convergência de informações de várias  informações de diversas origens em um único corpo celular.  Portanto, a estimulação elétrica é capaz de produzir analgesia em amplos territórios do organismo. Nestas eventualidades, é possível que os estímulos da acupuntura atuem sobre células de certas regiões da formação reticular do tronco encefálico e bloqueiem  a sensibilidade dolorosa de grandes áreas do organismo e não necessariamente naquelas áreas onde a estimulação foi realizada.

    A acupuntura parece reduzir o tônus neurovegetativo simpático, resultando em melhora da perfusão periférica local e geral em seres humanos. Ensaios clínicos, através de estudos termográficos, demonstram que doentes portadores de dor crônica apresentam menores gradientes de temperatura corpórea nas áreas afetadas, quando comparadas aos segmentos corporâneos correspondentes normais.

    Desta forma, a aplicação de estímulos de acupuntura em pontos distantes de área afetada, não somente promove alívio da dor, como também o aumento da temperatura.

    Pesquisas científicas sobre a excreção de proto – oncogêneses, com a proteína fos-celular (c-fos), presente no núcleo de muitas células, revelam que estas possam ser utilizadas para mapear e analisar os circuitos neuronais na medula espinal e em várias regiões cerebrais ativadas por estímulos fisiológicos e farmacológicos. Determinadas estruturas neuronais são ativadas na presença de estímulos de baixa e alta frequência. A imunorreatividade c-fos pode ser detectada em neuronios cerca de 20 a 90 minutos após a excitação neuronal e a sua expressão desaparece algumas horas após a cessação do estímulo. Estudos em animais de experimentação comprovam que a expressão proteína c- fos no corpo posterior de medula espinal,  provocada por estímulo nocivo, é suprimida por acupuntura de alta ou baixa frequência.




  • Ventosas – Uma pequena história


    15:30 em Medicina Integrativa por Aiane Cristina Alves Cordeiro


    Ventosas – uma pequena história.

    Ventosas consistem no uso de cúpulas (no ocidente são muito comum cúpulas de vidro),  às quais é retirado o ar,  por sucção ou combustão, diminuindo a sua pressão interior e criando vácuo. Quando é criado um vácuo parcial, no interior da cúpula, esta é colocada em contato com a pele sugando os tecidos com os quais entra em contato.

    Atualmente este método terapêutico é usado no tratamento de uma série de problemas como dor abdominal, dor nas articulações, cefaléia, tosse, lombalgia, dismenorréia, etc ..

    No seu nascimento as ventosas não tinham tantas aplicações clínicas quanto tem hoje. O primeiro registo escrito das mesmas foi feito pelo herbalista e alquimista chinês, Ge Hong (281-341 a.C.) e tinham uma única indicação clínica: drenar pústulas/lesões purulentas. Nem eram feitas de vidro ou de bambu. As primeiras ventosas eram feitas de chifres de animais. O seu nome chinês jiaofa significa “técnica do chifre”.

    Durante a dinastia Tang esta técnica conhece novas aplicações clínicas. No clássico Necessities of a Frontier Official as ventosas eram aconselhadas no tratamento de condições médicas semelhantes à tuberculose pulmonar.

    Na dinastia Qing, Zhao Xuemin escreveu o clássico Supplement to Outline of Materia Medica, onde defendia o valor desta técnica terapêutica no tratamento de diversos sintomas desde tonturas e cefaléia por vento externo até à dor abdominal.

    Nesta altura as ventosas tinham evoluído. Os chifres de animais já só sobreviviam no nome da técnica. Agora as cúpulas eram feitas de bambu, cerâmica, ferro e latão. Com estas novas cúpulas era possível um maior poder de sucção o que tornou a técnica ainda mais utilizada.

    No entanto nenhuma destas cúpulas poderiam bater uma invenção muito importante que iria alterar para sempre a transparência desta técnica: o vidro.

    O vidro era mais resistente que as chifres, não se danificava com o contato com o fogo, como o bambu, não partia facilmente como a cerâmica e eram mais baratos e fáceis de fazer que as ventosas de ferro ou latão.

    As ventosas de vidro também apresentam uma vantagem que mais nenhuma ventosa tinha tido: é transparente. A transparência do vidro permite ao acupunturista ver a resposta da pele à sucção, coisa que nunca fora possível com chifres, cerâmica, bambu e muito menos latão.  Inicialmente foram usados copos de vidro o que originava alguns problemas uma vez que podiam partir. No entanto este problema foi resolvido fazendo ventosas mais grossas e com uma base forte.

    Mesmo assim, as ventosas de bambu ainda subsistem em muitos hospitais chineses e em algumas casas particulares de acupunturistas ocidentais.  No Ocidente foram as ventosas de vidro a vingar.

    Atualmente existem ventosas de diferentes tamanhos  o que as deixam mais eficazes no tratamento de determinados sintomas em regiões especificas do corpo.

    Ventosas pequenas podem ser usadas em regiões que não são planas, como os joelhos. Nos joelhos seria difícil às ventosas grandes manter a sucção. Ventosas grandes podem ser usadas em regiões planas, como as costas.

    Além dos diferentes tipos de ventosas existem variações da técnica. Desta forma pode usar-se óleo para se mover a ventosa de um lado para o outro. Pode fazer-se sangria inicial e depois colocar a ventosa para ajudar a remover o sangue estagnado. Também se pode usar com acupuntura – colocando ventosa sobre uma agulha, muito comum no tratamento de reumatismos, ou com plantas medicinais.

    Atualmente não só se conhecem diversas indicações clínicas para as ventosas – dor articular, dor abdominal, gripes, lombalgia, dismenorreia, etc… – como são conhecidas contra-indicações como alergias na pele, convulsões, febre alta, feridas ulceradas no abdomen.

    Conjunto de ventosas

    Ventosa

    Bibliografia recomendada

    http://www.itmonline.org/arts/cupping.htm

    FACULDADE DE MEDICINA TRADICIONAL DE SHANGAI; Acupuntura Um Texto Compreensível, ed. ROCA, São Paulo, 1996




  • Diferenças básicas entre as Medicinas Ocidental e Chinesa


    18:23 em Medicina Integrativa por Aiane Cristina Alves Cordeiro


    Primeiro, os princípios subjacentes e as abordagens de ambos sistemas são diferentes. A Medicina ocidental supera os problemas físicos dos mentais e emocionais, enquanto que a Medicina Chinesa aborda as enfermidades de uma maneira holística.

    Segundo,  a Medicina chinesa usa a Medicina natural em oposição a Medicina ocidental que usa análogos sintéticos de produtos naturais.

    Terceiro, a Medicina chinesa, diferentemente da Medicina ocidental, não isola os distúrbios emocionais ou nutricionais das desordens físicas no tratamento. De fato, ela atribui as causas internas das doenças aos desequilíbrios das dietas e das 7 emoções (raiva, alegria, preocupação, pensamento obsessivo, medo, tristeza, choque).

    Quarto, as drogas usadas na Medicina chinesa podem ser individualmente moldadas para adequar aos sintomas do paciente em oposição às drogas ocidentais que são padronizadas e uniformes.

    Quinto, as fórmulas herbáceas chinesas não geram efeitos colaterais quando tomadas na quantidade apropriada. Ler o restante deste post →




  • Grandes Nomes da Medicina Tradicional Chinesa e Suas Obras


    17:47 em Medicina Integrativa por Aiane Cristina Alves Cordeiro


    Huang Di (Imperador Amarelo – 221 – 206 a.C.): Governou a Dinastia QIN de onde deriva o nome China. Ordenou a queima de toda literatura exceto sobre Medicina, Agricultura e Silvicultura. Atribui a ele a autoria do clássico livro de Medicina Interna: Nei Jing.

    O livro Nei Jing contém um detalhado conhecimento sobre anatomia, fisiologia, patologia, diagnóstico e tratamento. Os textos do Nei Jing representa um período de transição, onde a Acupuntura assume o posto de terapia principal. No entanto, nem as técnica, nem os pontos estavam completamente desenvolvidos, caberia ao desconhecido autor da obra NAN JING a conclusão desta tarefa. Ler o restante deste post →




  • Um pouco de História !


    23:41 em Medicina Integrativa por Aiane Cristina Alves Cordeiro


    Da reunião das raízes latinas: ACTUS = agulha e PUNCTUM = puncionar surge  palavra ACUPUNTURA .

    ZHEN JIU como é chamada na China quer dizer Agulha e Moxa, não contendo o ato de puncionar.

    A Acupuntura teve início na nova idade da pedra (10.000 a 3.000 a.C.) onde pedras eram aquecidas e comprimidas em pontos dolorosos do corpo.

    Primitivos pedaços de pedra (BIAN) foram encontrados em tumbas primitivas na Mongólia e Huan. Ler o restante deste post →