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	<title>Jornalismo Digital</title>
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	<description>Blog sobre internet, tecnologia, mídias sociais e jornalismo</description>
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		<title>Redes sociais podem se tornar uma ameaça às empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As redes sociais, se bem utilizadas, trazem diversos benefícios às empresas. Desde o &#8220;boom&#8221; do Twitter, isso ficou mais visivel, pois as pessoas passaram a usar a ferramenta como forma de promover e engrandecer seu negócio. Entretanto, elas (as redes sociais) têm dois lados e, da mesma forma que ela ajuda, também pode atrapalhar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais, se bem utilizadas, trazem diversos benefícios às empresas. Desde o &#8220;boom&#8221; do Twitter, isso ficou mais visivel, pois as pessoas passaram a usar a ferramenta como forma de promover e engrandecer seu negócio. Entretanto, elas (as redes sociais) têm dois lados e, da mesma forma que ela ajuda, também pode atrapalhar o desenvolvimento e andar das organizações.<br />
De acordo com a fornecedora de soluções de segurança de redes Palo Alto Networks, existem diversos fatores para essa ser uma preocupação para empresas de todos os tamanhos e niveis. As ameaças foram listadas e as dez principais servem como exemplo para haver uma política de acesso:<span id="more-206"></span></p>
<p>1) Worms: Em português significa vermes, e dentre eles, em relação às redes sociais, está o Koobface, que se tornou o maior botner da web 2.0. Apesar de uma ameaça multifacetada como o Koobface desafiar o que entendemos por &#8220;verm&#8221;, ele é projetado especificamente para se propagar pelas redes sociais, tais como Facebook, mySpace, Twitter, hi5, Friendster e Bebo e aiciar mais máquinas à sua botnet para sequestrar mais contas para enviar mais spam, o que vira um ciclo sem fim. Tudo isso para lucar com os negócios típicos das redes botnets, como scarewares (antivírus falso) e serviços de encontros românticos com sede na Rússia.</p>
<p>2) Isca para golpes de phishing: Alguém lembra do FBAction? O e-mail que lhe pedia maliciosamente para se conectar ao Facebook, torcendo para que ninguém percebesse a URL fbaction.net no campo do endereço do navegador? Muitos usuários dessa rede social tiveram suas contas invadidas e, embora tenha sido apenas uma fração menor do que um por cento, o total de vítimas ganha corpo quando lembramos que o Facebook tem mais de 350 milhões de usuários. Pesa à favor do Facebook o fato de ter agido rápdo, trabalhando para incluir o domínio numa lista negra, mas desde então surgiram novas cópias descaradas, como a fbstarter.com. Desde então, o Facebook tem brincado de gato e rato com esses sites.</p>
<p>3) Trojans: as redes socias têm se tornado um excelente vetor para Trojans (cavalo de Tróia). Basta se deixar seduzir por um aviso suspeito de &#8220;clique aqui para receber&#8221;. Zeus – um potente Trojan de roubo de dados bancários potente que, apesar de popular, ganhou vida nova nas redes sociais. Diversos roubos de grandes somas já foram atribuídos a Zeus. Um exemplo notável: o que teve como vítima a administração escolar central de Duanesburg, no Estado de Nova York (EUA), no fim de 2009.<br />
URL Zone – é um Trojan similar, mas bem mais esperto. Ele é capaz de comparar o saldo das contas da vítima para ajudá-lo a decidir quais roubos merecem prioridade.</p>
<p>4) Vazamento de informações: Compartilhar está na alma das redes sociais. Infelizmente, muitos usuários compartilham mais do que deveriam sobre empresas e entidades, com dados sobre projetos, produtos, informações financeiras, mudanças organizacionais, escândalos e outras informações importantes. Há até maridos e esposas que divulgam, na rede, como seu companheiro ou companheira tem trabalhado até tarde em projetos altamente confidenciais, acompanhado de mais detalhes sobre o tal projeto do que seria aceitável. As consequências desse tipo de indiscrição vão do embaraçoso ao jurídico.</p>
<p>5) Links encurtados: As pessoas usam serviços de encurtamento de URL (como bit.ly e tinyurl) para fazer caber URLs compridas em pequenos espaços. Eles também fazem um ótimo trabalho de esconder o link original; desta forma, as vítimas não serão capazes de perceber que estão clicando em um programa instalador de malware e não num vídeo da CNN. Esses links encurtados são muito fáceis de usar e estão por toda parte. Muitos dos programas para Twitter encurtam os endereços automaticamente. E as pessoas estão acostumadas a vê-los. Sem contar que em muitos casos, por uma brincadeira no Twitter, as pessoas estão sujeitas a clicar em links que não só levam aos instaladores de malware, mas também as direcionam para páginas pornográficas, o que prejudica, e muito, os funcionários das empresas.</p>
<p>6) Botnets: No fim de 2009, pesquisadores de segurança descobriram que contas desprotegidas do Twitter estavam sendo utilizadas como um canal de comando e controle para algumas botnets (redes de PCs vulneráveis, comandadas remotamente). O canal padrão de comando e controle é o IRC (rede de bate-papo), mas alguns cibercriminosos decidiram explorar outras aplicações – como o compartilhamento de arquivos P2P, no caso do Storm – e agora, engenhosamente, o Twitter. O microblog tem fechado tais contas; mas, dada a facilidade de acesso das máquinas infectadas ao Twitter, a situação terá continuidade. Assim, o Twitter também se torna adepto das brigas de gato e rato.</p>
<p>7) Ameaças persistentes avançadas: Um dos elementos-chave das ameaças persistentes avançadas (APT, na sigla em inglês) é a obtenção de dados sigilosos de pessoas de interesse (exemplos: executivos, diretores, ricaços), para o que as redes sociais são um verdadeiro tesouro de informações. Quem usa APTs emprega as informações obtidas para seguir adiante com mais ameaças – aplicando mais “ferramentas de inteligência” (como malwares e Trojans) e, com isso, ganhando acesso a sistemas importantes. Assim, apesar de não estarem diretamente ligadas às APTs, as redes sociais são uma fonte de dados. Menos exótico, mas não menos importante para indivíduos, é o fato de que informações sobre sua vida e suas atividades servem de munição para o ataque de cibercriminosos.</p>
<p>8 ) Cross-Site Request Forgery (CSRF): Embora não sejam um tipo específico de ameaça – é mais uma técnica usada para espalhar um sofisticado verme de rede social -, os ataques CSRF exploram a “confiança” que uma aplicação de rede social tem quando funciona sob o navegador de um usuário já conectado à rede. Durante o tempo em que essa aplicação não verificar novamente a autorização que lhe foi concedida, será fácil para um ataque infiltrar-se no canal de conexão do usuário, enviando conteúdos maliciosos que, clicados por outros, fariam mais vítimas, que por sua vez ajudariam a espalhá-lo.</p>
<p>9) Impostura (passar por alguém que você não é): Várias contas de redes sociais, criadas por pessoas de destaque e seguidas por milhares de pessoas, têm sido invadidas (o caso mais recente é o de um punhado de políticos britânicos). Mesmo sem invadir contas, diversos impostores têm conquistado centenas e milhares de seguidores no Twitter, só para depois constranger as pessoas que fingem ser (exemplos: CNN, Jonathan Ive, Steve Wozniak, Dalai Lama), ou fazer coisas piores. O Twitter disse que a partir de agora vai bloquear esses farsantes que tentam manchar o nome de suas vítimas, mas sob sua decisão. Já ficou comprovado que a maioria dos impersonators não distribui malware, porém algumas contas já fizeram isso (como a do Guy Kawasaki).</p>
<p>10) Excesso de confiança: O ponto em comum entre todas essas ameaças é a tremenda confiança depositada nas aplicações sociais. Como o e-mail na época em que chegou às multidões ou o mensageiro instantâneo quando se tornou onipresente, as pessoas confiam em links, fotos, vídeos e arquivos executáveis sempre que eles são enviados por “amigos”, pelo menos enquanto não caírem do cavalo algumas vezes. Parece que as aplicações sociais ainda não deram seu coice a um número suficiente de pessoas. A diferença em relação às redes sociais é que o propósito delas, desde o começo, é compartilhar (muita) informação, o que implicará numa curva de aprendizado mais longa para a maioria dos usuários. Isso quer dizer que as pessoas ainda terão que cair do cavalo mais algumas vezes.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Marco Civil da Internet: direitos e deveres dos internautas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 19:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última semana foi criado o Marco Civil da Internet, a lei brasileira que definirá os direitos e deveres dos cidadãos, provedores e do governo na web. O projeto foi baseado nas contribuições enviadas, durante 45 dias de consulta pública, por pessoas que utilizam a internet, seja por lazer ou por trabalho. Inicialmente o Marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana foi criado o Marco Civil da Internet, a lei brasileira que definirá os direitos e deveres dos cidadãos, provedores e do governo na web. O projeto foi baseado nas contribuições enviadas, durante 45 dias de consulta pública, por pessoas que utilizam a internet, seja por lazer ou por trabalho. Inicialmente o Marco foi apresentado em outubro pelo Ministério da Justiça para ser um regulatório da internet, criado na mesma e discutido pelos maiores interessados no assunto: o cidadão.<span id="more-203"></span><br />
Fazem parte da pauta da futura legislação questões complicadas como garantia de anonimato e a privacidade.<br />
A maioria das pessoas usa a internet para divulgação de bandas, livros, quadrinhos, softwares entre outro, como forma de compartilhamento. O marco vai interferir diretamente nessas questões. A consulta pública criada pelo governo em parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-RJ, recebeu 822 contribuições na forma de comentários, e-mails, tweets e citações em blogs. O material foi condensado e transformado em um anteprojeto apresentado ao ministro da Justiça, Tarso Genro, três dias antes dele deixar o cargo. Entretanto, o ministro está empolgado com a ideia, pois ele acredita que a diferença dessa para as consultas públicas tradicionais é que as pessoas, ao entrar em contato com um órgão público, não sabem o que as outras estão falando. O ministro achou interessante o gato de os atores sociais conversarem entre si. A dúvida é se o novo ministro, Luiz Paulo Barreto, dará andamento ao projeto com o mesmo entusiasmo.<br />
Para transformar 580 paginas de opiniões e comentários em um projeto de lei, o Ministério da Justiça diz que privilegiou a argumentação. A decisão não levou em conta o quantitativo e sim o argumento que é considerado melhor, de acordo com o interesse inicial do marco, que é preservar a liberdade.<br />
A pergunta é: se a rede é um ambiente de liberdade, por que criar um marco regulatório? A decisão foi tomada porque hoje, no Brasil, não há legislação específica sobre o tema, o que faz com que a brecha existente abra espaço para projetos como a Lei Azeredo, que transformava em crime o compartilhamento de arquivos, e outros esdrúxulos.<br />
Os assuntos que mais trouxeram interesse aos internautas foram aqueles que tratavam sobre privacidade, guarda de logs, liberdade de expressão e anonimato. Por serem assuntos polêmicos, certamente foram motivo de discussões calorosas, sendo essa uma das intenções do ministério, pois, quando não há “tumulto” as pessoas simplesmente concordam e assinam, sem debater e expressar suas reais opiniões, o que pode, em muitos casos, mudar o rumo da história. No tópico sobre liberdade de expressão, um comentário tinha um palavrão. Outro reclamou: ‘não há moderação aqui, não?’. E um terceiro interveio, lembrando que o tema do tópico era a liberdade e, portanto, não fazia sentido manifestações de repressão.<br />
A internet é um território livre por definição e o marco civil foi criado, de acordo com o Ministério da Justiça, para assegurar a liberdade do internauta. Segundo o gestor do marco civil, Paulo Rená, o texto do anteprojeto de lei privilegiará a liberdade de expressão e o direito à privacidade.<br />
Por outro lado, um dos maiores argumentos contra a criação de leis específicas para a internet é o de que a rede não é tão diferente assim para ter regras próprias. A liberdade de expressão, por exemplo, já está garantida desde a aprovação da Constituição Federal de 1988, por isso não seria necessário regular esse direito de forma específica para o cidadão na internet. O problema é que na lei atual, formulada bem antes da entrada da internet comercial no país, não leva em conta dos fatores importantes para a livre expressão no ambiente digital. Um bom exemplo é sobre o fato de não existir nenhuma garantia ao anonimato, importante dentro da lógica web.<br />
A ideologia acerca do anonimato é sobre a garantia da liberdade de pensamento do cidadão comum, sem riscos de perseguição por pessoas ou entidades que possuam mais poder. Essa lógica é seguida pela declaração da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico na consulta pública do marco civil. A diferença, no entanto, é que a entidade afirma ser necessário algum tipo de mecanismo de suspensão de pessoas, sites ou blogs em caso de conflito e risco iminente de violação de direitos. No texto colocado para consulta, o Ministério propôs ainda a garantia de acesso a dados públicos. Segundo a proposta, o governo deve disponibilizar seus dados e in formações na internet de forma clara e padronizada. Todas as entidades públicas devem estar online, em um prazo a ser definido.</p>
<p><strong>Outros projetos</strong><br />
Há no Congresso várias propostas para impor regras à internet e a novidades tecnológicas. Abaixo, algumas delas:</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Nada de celular</span><br />
O projeto de lei 2246/07 quer varrer celulares e tocadores de mp3 de todos os colégios e faculdades do Brasil, públicos ou privados. Para o deputado federal Eliene Lima (PP/MT), esses aparelhos são usados “principalmente para ver pornografia e combinar briga de gangues”.<br />
<span style="text-decoration: underline"> Lan houses proibidas</span><br />
No projeto 4794/09, o mesmo Eliene Lima quer “proibir lan houses em áreas próximas de colégios”. Comparando-as a fliperamas, se surpreendeu ao ser questionado sobre seu uso educacional: “Olha, nunca tinha pensado nisso&#8230;”<br />
<span style="text-decoration: underline"> Só para maiores</span><br />
Tudo o que entra na web deveria contar com uma classificação indicativa, para o deputado José Carlos Elias (PTB-ES) . “Impossível. A web tem conteúdo dinâmico, não é como a TV”, opina o advogado Omar Kaminski, do blog Internet Legal.</p>
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		<title>O mundo dos Smartphones e do 3D</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 14:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jornalismo Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é novidade para ninguém que o mundo online e os smartphones estão fazendo sucesso. Dificilmente hoje, alguém não conheça uma pessoa que utilize o celular para se comunicar através da internet, seja em redes sociais ou apenas em buscas na rede. Na última semana, aconteceu o CTIA Wireless 2010, com a presença do diretor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é novidade para ninguém que o mundo online e os smartphones estão fazendo sucesso. Dificilmente hoje, alguém não conheça uma pessoa que utilize o celular para se comunicar através da internet, seja em redes sociais ou apenas em buscas na rede.<span id="more-199"></span><br />
Na última semana, aconteceu o CTIA Wireless 2010, com a presença do diretor James Cameron, que participou de um painel de debates com Biz Stone, fundador do Twitter e Aheesh Chopra, o principal executivo de tecnologia do governo dos Estados Unidos. No encontro, dentre os temas abordados, estava as maneiras pelas quais o uso do Twitter em celulares de baixo custo levam a mudanças sociais, a possibilidade de os celulares, num futuro próximo, mostrarem conteúdos em 3D e como o governo poderia tirar proveito das últimas tendências tecnológicas.<br />
Stone foi certeiro ao dizer que quando um camponês de uma vila rural de um país de Terceiro Mundo pode contar com o recebimento de notícias por meio de um simples SMS, seja uma previsão do tempo ou qualquer outra coisa, isso pode ter um impacto dramático. Ele ainda acrescentou que é entusiasmante ver que o Twitter pode operar de forma efetiva, via SMS, como sobre uma sofisticada conexão de banda larga em Nova York.<br />
O fundador da ferramenta mais usada na atualidade, destacou situações em que as pessoas usam o Twitter para organizar protestos e denunciar abusos do governo, e que o fato de permitir que as pessoas se comuniquem umas com as outras, de modo aberto, pode ter um impacto positivo e dramático. Ao despertar a atenção de uma grande porção da população, cria uma onda de empatia e quando isso acontece, aumenta a percepção de nós mesmos, como cidadãos globais. É possível perceber que estamos andando para frente.<br />
A moderadora do debate, Michelle Caruso Cabrera, disse que testemunhou, em sua cobertura da América Latina, um exemplo dessa empatia global via Twitter. Ela notou muita simpatia entre os povos da Venezuela e do Irã pelas mensagens no microblog.<br />
Quando questionado sobre a possibilidade de o Twitter derrubar um remige autoritário, Stone, de forma categórica respondeu que, ao permitir que as pessoas tenham a possibilidade de se comunicar, elas são capazes de qualquer coisa.<br />
Ele ainda afirmou, em tom de brincadeira, que o futuro da rede de comunicação são as mensagens 3D. Mas, mesmo que tenha sido colocado de forma descontraída, não é uma ideia impossível. Depois que os televisores 3D ganharam espaço e são uma realidade, os próximos da lista são os laptops e os celulares. E, o lado bom, é que ao mostrar 3D numa tela pequena, como as dos celulares, descarta-se a necessidade de usar óculos para os efeitos especiais, segundo o diretor de cinema James Cameron, que dirigiu o filme Avatar, o primeiro a ser filmado 100% nessa tecnologia.</p>
<p><strong>Comunicação popular</strong><br />
Aheesh Chopra não entrou em detalhes sobre de que forma os governos poderiam usar o Twitter ou 3D. Mas, afirmou que está tentando descobrir maneiras de usar as novas tecnologias de forma eficaz. Existem duas formas populares de uso das tecnologias, como Twitter e há ferramentas tradicionais de diplomacia usadas pelos governos. A administração de Obama visa buscar modos de combinas as duas formas. Para exemplificar, Chopra mencionou um projeto conduzido pelo governo americano, em parceria com a Rússia, para estabelecer uma plataforma de colaboração entre os dois convernos. A ideia é permitir mais dessa conectividade popular.</p>
<p><strong>Smartphones</strong><br />
Seguindo essa lógica de novas tecnologias e a integração com os aparelhos de celular, muitas empresas estão ganhando espaço e buscando inovar de todas as formas. A verdade é que, falar em mobilidade é falar em smartphones. Para muitos, eles são sinônimo de dispositivo móvel. Entretanto, nem todos notaram essa mudanças. O vice presidente executivo de soluções wireless da ED, uma empresa filandesa, Ari Virtanen, notou que nos Estados Unidos, as pessoas pensam em smartphones, iPhones e BlackBerrys, quando pensam em mobilidade. Entretanto, na Escandinávia, não é assim. Os aparelhos móveis que tem acesso a internet são da Nokia e de outros fabricantes. Eles não funcionam como telefones, mas são projetados para lidar com informações e aplicativos.<br />
A verdade é que um mundo com uma variedade de aparelhos móveis poderia se beneficiar da cultura “deixe surgir um milhão de flores” do código aberto, que existem nos aparelhos Android e MeeGo, pois, de acordo com Virtanen, pode ser caótico e levar a tanta fragmentação que uma alternativa mais focada (em outras palavras, uma plataforma concebida por uma única entidade, administrada de modo dirigido e atuante). Mas esta consequência é apenas uma das possibilidades.<br />
E é por essa razão que é cada vez maior o número de aparelhos que tem acesso à internet. Se prestarmos atenção no cenário de aparelhos móveis, mesmo nos Estados Unidos, começará a ver uma variedade de dispositivos móveis:</p>
<p>iPhone – é um aparelho de mídia com algumas capacidades computacionais que também é um celular. Em comparação, o iPod Touch e o futuro iPad são simplesmente aparelhos portáteis de mídia com alguns recursos computacionais.</p>
<p>Windows Phone 7 – As unidades com o próximo sistema móvel da Microsoft parecem ser aparelhos do tipo “mantenha-se atualizado” que também tocam mídia e rodam aplicativos como capacidades secundárias.</p>
<p>Android (Google) e WebOS (Palm) &#8211; são essencialmente o mesmo tipo de aparelho do iPhone. Mas, sem um equivalente de um hub iTunes, eles pecam por não ter a mesma abordagem centralizada em mídia.</p>
<p>BlackBerry e Nokia N800 series – Ambos são fundamentalmente aparelhos de mensagens, para comunicação por voz e texto, com o acréscimo da navegação.</p>
<p>Windows Mobile &#8211; Foi um computador miniaturizado que também funcionava como telefone.</p>
<p>PDA – O Palm Pilot original e aparelhos igualmente antigos, como o iPaq, que rodava Windows Mobile, costumava ser uma classe separada de aparelhos, mas agora tem se desdobrado em outros tipos. Se alguma coisa, o iPod Touch é o último PDA remanescente, mesmo assim é muito mais.</p>
<p>PCs portáteis de pequenas dimensões – Poderiam ser computadores portáteis, ou algo totalmente diferente. Não está claro o que eles são ou no que podem se tornar.</p>
<p>Entretanto, não vale a pena sair por ai carregando vários aparelhos, o certo é esperar que esses dispositivos tenham recursos secundários que sejam bons o suficiente para a maioria das pessoas. Por exemplo, o iPhone, como celular, é mais ou menos. O BlackBerry, para acesso à web e no uso de apps, é mais ou menos. Aparelhos com Android ou WebOS, para lidar com mídia, são mais ou menos.<br />
Aparelhos com Windows Phone 7 aparentam ser mais ou menos em relação aos apps; a ausência de copy e paste – que acredito ser um erro, como também concluiu a Apple– é uma forte indicação de que mesmo que a Microsoft planeje oferecer uma versão do Office para seu novo OS, você não irá querer usá-la para manipular texto.<br />
Mas, todos eles tem o seu lugar e seus fãs.</p>
<p><em>Fontes: IDG NOW</em></p>
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		<title>Você sofre de nomofobia?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 13:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca ouviu falar em “doenças do século XXI”? São doenças causadas por diversos fatores, que são típicos desse século, como a depressão, por exemplo, que é tida como a pior doença dessa época. Entre elas estão a obesidade, o stress e a nomofobia. Nomofobia? Isso mesmo, essa é a nova expressão usada para designar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu falar em “doenças do século XXI”? São doenças causadas por diversos fatores, que são típicos desse século, como a depressão, por exemplo, que é tida como a pior doença dessa época. Entre elas estão a obesidade, o stress e a nomofobia. Nomofobia? Isso mesmo, essa é a nova expressão usada para designar a sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar por estar em um lugar sem seu aparelho de celular ou outro telemóvel.<br />
É um termo novo, originado do inglês “no-mo” ou “no-mobile”.<span id="more-192"></span></p>
<p>Estão incluídos na lista: celular, notebook, netbook e todo o aparato tecnológico que tem a capacidade de conectar as pessoas com o resto do mundo. Aqueles que sofrem com essa doença, podem deixar a carteira em casa, mas não os aparelhos. Além disso, não desgruda, um minuto se quer do celular, nem mesmo para ir ao banheiro, à feira, à academia e, pasmem, nem mesmo na hora do sexo.<br />
De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto YouGov, para o Departamento de Telefonia dos Correios britânicos, 53% dos usuários de telefone celular do Reino Unido sofre de nomofobia.<br />
Ainda segundo o estudo, a síndrome atinge mais os homens (58%) que as mulheres (48%). Das 2.163 pessoas ouvidas, 20% afirmam não desligar o telefone nunca, e cerca de 10% disseram que o próprio trabalho as obriga a estarem sempre acessíveis.<br />
Para 55% dos entrevistados, a urgência de estar com o celular sempre ligado e perto, está relacionada com a necessidade de se estar sempre em contato com amigos e familiares. Para 9% dos entrevistados, desligar o celular os deixa num estado de profunda ansiedade.</p>
<p><strong>Sintomas</strong><br />
Para que essa fobia seja caracterizada, é necessário que, a ausência desses tipos de aparelhos, tragam algum tipo de prejuízo significante para a vida das pessoas, ou seja, causar sensação de pânico e impotência, atrapalhando a vida pessoal e profissional. Quando as pessoas ficam dependentes desses aparelhos, elas passam a apresentar vários sinais, quando se encontram longe deles, como taquicardia, suores frios, dor de cabeça e sensação de nudez.<br />
Existem outras características comuns nos nomofóbicos, tais como: abandono de tudo que está fazendo para atender o celular, nunca deixa o aparelho sem bateria, não carrega o celular no bolso, na bolsa ou similares; prefere carregá-lo na mão para que possa atender imediatamente, nunca esquece o celular em casa, se isso acontece, volta para pegar, sente-se mal quando acaba a bateria, quando perde o aparelho ou quando pensa que perdeu.</p>
<p><strong>Perigos</strong><br />
A tecnologia e a popularização da internet trazem, sem dúvidas, diversos benefícios de ordem econômica e cultural para todas as pessoas. Mas, essas inovações também imprimem mudanças nas relações interpessoais, que devem ser bem observadas. Quando uma pessoa transforma sua vida por conta da tecnologia, ela precisa de ajuda, pois deixa de conviver com os amigos, interagir com a família e ter atividades sociais normais.</p>
<p><em>Fonte: Uol</em></p>
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		<title>A dominação Google</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 18:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É impossível falar de tecnologia e não mencionar a Google. Também puderá, atualmente, tudo que acontece no mundo da internet, tem, de certa forma, algum envolvimento da empresa. No final do ano passado, foi anunciada mais uma novidade no quesito de serviço de busca: a pesquisa em tempo real. De acordo com o co-fundador da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É impossível falar de tecnologia e não mencionar a Google. Também puderá, atualmente, tudo que acontece no mundo da internet, tem, de certa forma, algum envolvimento da empresa. No final do ano passado, foi anunciada mais uma novidade no quesito de serviço de busca: a pesquisa em tempo real.<span id="more-190"></span><br />
De acordo com o co-fundador da Google, Larry Page, em maio do ano passado já havia sido prevista a “busca ao vivo”, que é inspirada nos moldes da pesquisa do Twitter, incluindo uma linha do tempo indicadora. Mas, foi no mês de dezembro que a ideia foi colocada em prática e, desde então, é possível perceber que os resultados de consultas incluem, no topo da página, uma lista atualizada, constantemente, com os conteúdos recém subidos de Yahoo! Respostas, Facebook, MySpace e, claro, o próprio Twitter.<br />
Conforme as páginas relacionadas ao termo pesquisada vão recebendo novos conteúdos, a lista é atualizada. Se o usuário desejar parar esta função e voltar à busca estática, precisa apenas clicar no botão “pausa”. Os últimos resultados englobam, ainda, notícias e blogs que podem ser filtrados ao clicar dentro das opções da lista. Sendo assim, o usuário que quiser receber atualizações de FriendFeed e Twitter, pode fazê-lo.<br />
A Google fechou parceria com todos os sites e redes sociais citados, com a restrição de exibir apenas conteúdos públicos, livres de quaisquer proteções de privacidade. Na primeira fase do projeto, a busca em tempo real está disponível apenas para conteúdos em inglês. A pesquisa com atualizações instantâneas também valerá para celulares com sistema operacional Android e iPhone.</p>
<p><strong>Como funciona</strong><br />
Ao fazer uma pesquisa no Google, seu resultado é imediato. Isso acontece porque os robôs da Google já fizeram o trabalho pesado: acessar, copiar e ler as páginas da internet, que têm o seu conteúdo indexado pelo buscador para então entrarem nas listas de resultados. Mas, a rede é grande demais, até mesmo para a poderosa Google. O indéx já passou, faz tempo, de 1 trilhão de páginas. Por essa razão, os rôbos levam até 28 dias para achar e indexar novas páginas, o que significa que os resultados do Google chegam a ficar um mês defasados, em relação ao real conteúdo da internet. Entretanto, todos os buscadores sofrem com esse problema. Mas, e se ao invés de colocar um exército de computadores para varrer toda a internet, os próprios sites transmitissem suas novas páginas para o Google? Certamente seria mais rápido, eficiente e os resultados das buscas poderiam ser atualizados em tempo real.<br />
Tudo isso já é possível, graças à tecnologia PuSH, que a Google está liberando gratuitamente e com código aberto. Ou seja, para que as buscas sejam facilitadas, basta os sites começaram a rodar o PuSH. Será que vai funcionar? Ou será que vai ser mais uma invenção da empresa, que chega prometendo muito e cumprindo pouco, como o tão fracassado Wave? Vamos esperar os resultados e torcer para que a ideia decole.<br />
A verdade é que, com ou sem fracassos, a Google é a empresa mais respeitada e conhecida, mundialmente, no ramo da tecnologia. Para chegar onde está hoje, foram necessários muito esforço, competência e, principalmente, ideias inovadoras. E, por ser uma empresa visionária, ela, obviamente, não para.<br />
Um de seus novos projetos é a internet ultrarrápida e, para isso, muitas cidades dos Estados Unidos entraram em uma disputa para saber qual delas será escolhida como sede para teste. A cidade de Topeka (capital do Kansas), é uma das concorrentes e, para fazer aquela pressão, decidiu mudar, temporariamente, seu nome para, nada mais, nada menos do que: Google! Isso mesmo, segundo a proclamação feita pela prefeito William Bunten, publicada em 1º de março, denominou a cidade de 120 mil habitantes como Capital da Fibra Óptica. As medidas são válidas durante todo este mês.<br />
Entretanto, a decisão gerou reações. Duluth, em Minnesota, postou um vídeo no YouTube ironizando a iniciativa. Nele, pede-se que os cidadãos alterem o nome de seus primogênitos para Google Fiber (no caso de ser menino) ou Googlette Fiber (para meninas). Highlands Ranch, ao Sul de Denver, está reunindo pessoas para formar um letreiro humano no campo de futebol de uma escola local, com os dizeres: “Nós amamos o Google”. O gerente de relação com a comunidade está ciente que é preciso fazer algo para chamar a atenção da empresa, e tomou essa decisão.<br />
A Google anunciou em fevereiro planos para construir uma rede de fibras ópticas capaz de oferecer internet residencial à velocidade de 1 gigabit por segundo – aproximadamente 100 vezes mais veloz do que as taxas de transferência disponíveis para a maioria dos americanos. Explicando de outra maneira, significa que os usuários poderiam fazer o download de um filme em alta definição em menos de um minuto, contra mais de uma hora, que é o tempo necessário com as velocidades disponíveis atualmente.<br />
De acordo com a própria companhia, o serviço deve alcançar 500 mil pessoas e em seguida anunciou que as comunidades interessadas em servir como base para os testes, enviassem um pedido formal até o dia 26 do mês passado. A Google diz que alguns dos fatores que vão contribuir para a decisão são apoio comunitário, recursos locais, condições meteorológicas, métodos de construção permitidos e questões regulatórias locais. A seleção será feita ainda este ano.<br />
Nos últimos anos a Google vem tendo problemas com os tradicionais provedores de banda larga. Entre os temas de debate estão questões como neutralidade de rede, um esforço para impedir que companhias como Comcast e Qwest selecionem quem terá acesso às suas redes. Por essa razão, há especulações de que a Google não pretende, necessariamente, tornar-se um provedor de acesso e iriá transformar seu “experimento” para demonstrar que velocidades mais altas de banda larga podem ser oferecidas por outras empresas, além daquelas dos setores de tevê por assinatura e telecomunicações. Segundo declaração publicada na web, o objetivo é administrar a rede de forma aberta, transparente e sem discriminação.<br />
Para dar continuidade ao trabalho, a Google terá que escavar ruas e estradas e conectar cabos de fibra óptica diretamente nas casas. Mais ou menos como a GVT, quando passou a fornecer serviços de telefonia e internet no Paraná, que não tinha estrutura local.<br />
Trabalhando diretamente com a administração municipal, o Google pode se livrar de alguns entraves burocráticos, como a questão do direito de uso das vias públicas. E representantes do poder público pelos Estados Uni dos estão se mostrando ansiosos para trabalhar com a empresa.<br />
É o caso de Longmont, no Norte do Colorado, que destaca o fato de a cidade ser dona de sua própria companhia de eletricidade, o que permitiria ao Google acesso fácil à infraestrutura necessária para levar a cabo a empreitada. O diretor da Long mont Power &amp; Communications disse também que a escola de St. Vrain Valley está planejando um concurso de vídeos no YouTube para promover a cidade. Que, aliás, já conta com um anel de fibras ópticas com 29 quilômetros de extensão, à disposição do Google.</p>
<p><em>Fontes: Superinteressante, Info Online e Gazeta do Povo.</em></p>
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		<title>Integração do banco, com celular e internet facilitam a vida dos correntistas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca se pegou na seguinte situação: precisa ir ao banco tirar dinheiro, mas deixou o cartão em casa? Ou ainda inverteu os cartões, pegou o de crédito ao invés o de débito? Não é incomum ouvir comentários parecidos. Pensando nisso, o Banco do Brasil lançou hoje (08/03) o serviço Saque Sem, que permite o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca se pegou na seguinte situação: precisa ir ao banco tirar dinheiro, mas deixou o cartão em casa? Ou ainda inverteu os cartões, pegou o de crédito ao invés o de débito? Não é incomum ouvir comentários parecidos. Pensando nisso, o Banco do Brasil lançou hoje (08/03) o serviço Saque Sem, que permite o correntista receber uma senha provisória, via mensagem de texto (SMS) pelo celular e sacar até R$100, quando estiver sem o cartão da conta corrente.<span id="more-188"></span><br />
O serviço é gratuito e, para usufruir dele, o cliente deve se cadastrar previamente em um dos caixas eletrônicos do banco. A solicitação da senha provisória, válida até a meia noite do mesmo dia, pode ser feito pelo envio de uma mensagem texto com o código “SS” para o canal de SMS do banco ou via internet banking. É a primeira vez que um banco combina dois canais de atendimento permitindo o uso do celular como um acionador de uma transação bancária.<br />
É possível também solicitar a senha provisória pela internet e enviada ao celular de outra pessoa, que não precisa ser exatamente um correntista. Se você não sacou dinheiro e precisa pagar sua diarista, por exemplo, é possível pedir que o código seja enviado ao celular dela para retirada de pagamento no caixa.<br />
O Saque Sem é mais um serviço de conveniência do que de massa. O investimento do projeto não foi qualificado, mas consumiu 800 horas da equipe de desenvolvimento, desde seu inicio, em 2009. O objetivo é dar uma alternativa de saque para aquelas situações emergenciais, como perda, roubo ou esquecimento de carteira, ou por mera conveniência quando não é possível levar o cartão como em caminhadas e praias. O banco é a primeira instituição financeira no momento a oferecer esse serviço. Além do saque sem cartão pelo próprio cliente, a nova ferramente permite também que o correntista faça transferências de valores para outras pessoas que poderão sacar os recursos por meio do código que receberão no celular. Ou seja, o cliente terá que fazer a operação na internet, digitando sua senha e indicando o número de celular para o Banco do Brasil enviar o código.<br />
A próxima etapa a ser seguida pelo banco, na área de modalidade, é trabalhar com o marketing via SMS, a partir de abril. O cliente que aderir ao serviço recebe ofertas do banco, de acordo com o seu perfil, incluindo, por exemplo, o aviso sobre o vencimento de seu seguro e a possibilidade de renová-lo pelo celular. Atualmente, dos 40 milhões de correntistas do Banco do Brasil, 1,5 milhão contratam serviços de SMS do banco por R$2,50 ao mês.</p>
<p><em>Fontes: IDG Now e Estadão</em></p>
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		<title>Google fazendo barulho</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 17:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jornalismo Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Google é uma empresa que vem se destacando por vários motivos, entretanto, ganha notoriedade também pelos seus fracassos, como é o caso do Orkut e do Google Wave. Mas, como tem a visão de estar sempre inovando para de certa forma ganhar destaque, a empresa não desistiu de buscar seu lugar ao sol no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Google é uma empresa que vem se destacando por vários motivos, entretanto, ganha notoriedade também pelos seus fracassos, como é o caso do Orkut e do Google Wave. Mas, como tem a visão de estar sempre inovando para de certa forma ganhar destaque, a empresa não desistiu de buscar seu lugar ao sol no quesito redes sociais.<span id="more-186"></span><br />
Aqui no Brasil o Orkut tem seu espaço, mas no resto do mundo é praticamente desprezados. Já o Google Wave, veio com o objetivo de unir todas as redes existentes, com promessas de mudanças. Passado alguns meses, aqueles que ganharam o convite se desiludiram da mesma forma que os antigos usuários do Orkut. Não viram nada de novo, nada de atraente e simplesmente o abandonaram.<br />
Como não poderia deixar de ser, a Google mais uma vez está tentando se encontrar, para isso fez o maior barulho e lançou o Buzz. Não é uma aplicação nova e sim um “aditivo” que a empresa decidiu implantar em uma de suas ferramentas, essa sim muito popular e muito utilizada, o Gmail. O Buzz funciona como um agregador de atividades do usuário em algumas redes sociais: Twitter, Flickr e Picasa (que é da própria empresa) já estão incluídos no pacote.<br />
Diferente de todas as outras criações da Google, essa não é preciso receber convite ou se inscrever, todos os usuários do Gmail terão o ícone colorido do Buzz acrescentado na barra lateral, mesmo para aqueles que não se interessam pela ferramenta.<br />
E ele não vem sozinho, automaticamente gerará para o usuário uma lista de seguidores, fazendo as vias do Twitter. A pessoa abre a aplicação pela primeira vez e descobre que já está sendo seguida por 10 ou 12 pessoas. A lista aparece a partir dos contatos mais frequentes do Gmail e do Gtalk (a aplicação de bate-papo da Google, que nunca rivalizou com o MSN, mas ganhou certa popularidade depois que foi incluída na página de entrada do correiro eletrônico).<br />
Porém, esse pode ser um grande causador de problemas do Buzz. Se a pessoa tem um perfil público de usuário, a lista de seguidores e seguidos aparece para qualquer um que o acessar, seu chefe, por exemplo. E, se você andou trocando e-mails recentemente com um concorrente, possivelmente ele iriá aparecer na sua lista. Essa falha foi apontada pelo site americano Business Insider. Mas, com um pouco de cautela é possível resolver esse problema, basta realizar alterações no perfil.<br />
Após as primeiras horas do lançamento, as opiniões estavam divididas. Alguns apontaram grandes virtudes na aplicação e um grande número de pessoas afirmaram não terem visto nada além de mais uma tentativa de emular produtos bem sucedidos, como Twitter e Facebook.<br />
Juntamente com a estreia do Buzz, veio a sua versão para smartphones. A facilidade para postar a partir de telefone móveis foi uma vantagem do Twitter, desde seu nascimento, e é uma das razões de sua popularidade. As versões para iPhone e Android (outra invesão da Google) já podem ser baixadas nas respectivas lojas de aplicativos.<br />
De acordo com o gerente de produto do Gmail, Todd Jackson, essa já era uma grande rede social e o Buzz traz essa rede para a superfície, ao programar-se para que você siga, automaticamente, as pessoas com quem tem mais contato por e-mail e chat. Essa rede já inclui outros produtos da família Google, como os documentos do Google Docs e as notícias do Reader – isso sem contar com o já citado Picasa. Todos esses podem sincronizar-se com o Gmail, sem que o usuário precise mexer em nenhuma configuração. A verdade é que o Buzz vem com todas as características de substituto para o sem sucesso Wave.<br />
O serviço ainda não se estabeleceu e tem alguns problemas. Um deles é o fato de estar preso ao Gmail, um dos fatores de sucesso do Twitter é a facilidade que há para terceiros construírem aplicativos para usá-los em qualquer ambiente. Ou seja, isso torna essa rede “imbloqueável” nas empresas, acessível a todo e qualquer momento e altamente usado para cobrir acontecimentos. Já o Buzz, não tem essa capacidade, mas, de acordo com sua documentação em alguns meses sua API será aberta.<br />
Outro fator que torna o Twitter um sucesso é que tudo é mensurável. É possível saber quantos seguidores temos, quantos retwittes e quantos cliques foram dados em um link. Isso tem a ver com um dos itens citados acima, o API aberto. Outra questão é que não é possível saber quem é o mais seguido no Buzz, por exemplo. Esses números são importantes para as empresas que investem em social media.<br />
Um ponto muito negativo do Buzz é o fato de receber resposta de buzz enviado direto como e-mail. Para aqueles que usam o Gmail de forma profissional isso é algo terrível. Mas, existe uma forma de desabilitar essa função. <a title="Esconder ou desativar o Buzz do Gmail" href="http://meiobit.com/meio-bit/google/esconda-ou-desative-o-google-buzz" target="_blank">Leia aqui</a>.<br />
Por outro lado, o Buzz pode fazer sucesso com aqueles que não gostam do Twitter. São aqueles que tem aversão à ferramenta pelo fato dela não disponibilizar imagem e nem textos acima de 140 caracteres.  Lá, você pode fazer isso. É como um blog, mas sem o trabalho de administrar, moderar comentários e ter trolls te incomodando. Por outro lado, esse pode ser um problema para aqueles que tentam aderir aos novos meios. Quem gosta de tecnologia e inovações, certamente está testando o Buzz e, diferente do Twitter, é complicadíssimo acompanhar uma conversa, a falta de limite deixa os que gostam de falar com a oportunidade de fazer enormes textos, já os que tem preguiça de ler, nem se dão ao trabalho de passar da primeira linha.<br />
Outro mecanismo que falta no Buzz é, como existe no Twitter, a forma de dar RT (retwittar, ou seja, repetir o que um amigo disse, dando o devido crédito). No Buzz não existe uma maneira, caso você goste de algo que leu, de repetir. Também não existe a possibilidade de enviar uma mensagem direta.<br />
Talvez um dos problemas mais sérios do Buzz seja a falta de filtros de conteúdo. Não há marcação de hashtags, também não é possível bloquear determinados assuntos que não sejam de seu interesse. Será que todo o “buzz” que o Buzz gerou não é negativo?<br />
Mais um ponto, que pode ser negativo é saber até quando ter dezenas de pessoas falando em uma timeline é útil. Talvez não seja exagero dizer que tanto barulho acabou uniformizando aquilo que chega, se transformando em uma grande massa de ruído que complica a chegada do conteúdo que realmente interessa: a informação.<br />
<em></em></p>
<p>*Um pequeno adendo, para quem não sabe &#8220;buzz&#8221; no meio publicitário significa barulho.</p>
<p><em>Fontes: Gazeta do Povo, Mundo Tecno, Meio Bit e Paliteiro</em></p>
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		<item>
		<title>Dia da Internet Segura</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 18:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, dia 09 de fevereiro, é o Dia da Internet Segura (Safer Internet Day), em 55 países, inclusive no Brasil. O objetivo é a mobilização para instruir os internautas sobre o uso seguro e responsável da web. O tema desse ano é “pense antes de postar” (think B4 U post), como um alerta sobre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 09 de fevereiro, é o Dia da Internet Segura (Safer Internet Day), em 55 países, inclusive no Brasil. O objetivo é a mobilização para instruir os internautas sobre o uso seguro e responsável da web. O tema desse ano é “pense antes de postar” (think B4 U post), como um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável ou impulsiva no ambiente online.<span id="more-182"></span><br />
Alguns casos podem ser citados, como forma de exemplo, dentre eles o da apresentadora Xuxa, que no ano passado se envolveu em uma confusão no Twitter, depois que sua filha, Sasha, postou uma mensagem no microblog com erro ortográfico: “sena” ou invés de “cena”. Muitos seguidores a criticaram e Xuxa, em uma atitude inesperada para muitos, entrou em conflito pela web. “Vocês não merecem falar comigo nem com o meu anjo”, escreveu a apresentadora, pouco antes de abandonar o site.<br />
Outro caso muito comentado aconteceu no Facebook. Com a popularização das redes sociais, ficaram comuns os casos de pessoas demitidas depois de escreverem demais na web. Um exemplo é Lindsay, que após escrever que odiava seu chefe e que achava que a companhia a obrigava a fazer muitas tarefas, seu chefe, Brian, respondeu: “Oi, Lindsay. Acho que você esqueceu que me adicionou aqui, não?” Em seguida ele afirmou que pagava para ela fazer as tarefas e ainda lembrou que faltavam apenas duas semanas para a funcionária concluir o período de testes, que é de 6 meses. Resultado: ela foi demitida.<br />
Um assunto que traz muita polêmica (será melhor discutido durante o texto) é o cyberbullying. Em 2006, um deles se tornou notícia na imprensa norte-americana, pois levou a jovem Megam Meier, de 13 anos, ao suicídio. A responsável pela intimidação e pelas pressões foi Lori Drew, de 49 anos. Ela criou um perfil falso no site MySpace, se passando por um jovem de 16 anos e, de acordo com os advogados, a intenção era humilhar a menina, que teria espalhado boatos sobre a filha de Drew. Elas eram vizinhas e frequentavam a mesma escola em St. Louis, no estado do Missouri.<br />
A adolescente tinha históricos de depressão e passou a trocar mensagem com o “rapaz”, que dizia ter acabado de se mudar para o mesmo bairro. Meses depois, o falso jovem rompeu a amizade virtual com Megan, com uma mensagem que dizia “o mundo ficaria melhor sem você”. Em seguida, ela se enforcou.<br />
Um caso curioso aconteceu nos Estados Unidos, em 2005, onde uma sul-coreana ficou famoso por conta de uma situação que, provavelmente, não a deixou muito orgulhosa. Ela estava no metrô com seu cachorro de estimação, o animal defecou dentro do vagão, a jovem não limpou e alguém registou a cena com o celular. Em seguida as imagens foram parar na internet e a estrangeira ficou conhecida, em pouco tempo, como a Dog Poop Girl (garota do cocô do cachorro). Na época, saíram reportagens sobre o caso em questão de dias e a estudante começou a ser reconhecida na rua por conta de seu cachorro e também da bolsa (seu rosto estava parcialmente coberto no vídeo). O passado dela e de sua família foi divulgado na internet e em fóruns de discussão, onde virou alvo de ataques. O autor da mensagem não tinha ideia da propagação da história.<br />
Aconteceu nos Estados Unidos também, um caso um tanto quanto inusitado. Um fugitivo foi preso após ter atualizado seu status no Facebook, o que permitiu que a polícia descobrisse seu paradeiro. Maxi Sopo, acusado de golpe de cerca de US$200 mil em fraudes bancárias, adicionou um ex-funcionário do Departamento de Justiça dos EUA como amigo na rede social. Ao afirmar que estava “vivendo no paraíso” e que só “queria se divertir”, Sopo foi detido em Cancun.<br />
Usar a internet pra expor alguém, normalmente se volta contra você mesmo. Philip Smith, um executivo da Brodway, levou a melhor no divórcio depois que Tricia Walsh-Smith decidiu usar o site de vídeos Youtube para contar o lado B da vida do casal. Na decisão do caso, em Nova York, o juiz responsável considerou que a ex-mulher de Smith agiu de forma cruel e desumana ao falar mal dele e de sua família. Para mostrar suas “vítimas” no vídeo online, Tricia usou fotos do álbum de casamento.</p>
<p><strong>Cyberbullying</strong><br />
De acordo com pesquisas, o cyberbullying, a versão online da prática, tem potencial para fazer mais vítimas que a forma tradicional. Com apenas uma foto ou um vídeo na internet, a pessoa pode virar motivo de piada ou ainda pode correr o risco de ter um perfil virtual falso, onde alguém se passa por outra pessoa e inventa histórias à respeito da mesma sobre coisas que fez ou não.</p>
<p>No bullying offline, as vítimas costumam ser crianças tímidas ou com características fora do que se considera padrão, tais como desempenho escolar melhor ou pior que o dos colegas, peso abaixo ou acima da média, entre outros.<br />
Os mais novos são os que mais sofrem com essas ações. Pela falta de experiência com as ferramentas virtuais e a falta de malícia, acabam se tornando vulneráveis ao cyberbullying. Normalmente as crianças não tomam cuidados básicos, como não contar senhas que utilizam e esquecer de fazer logoff de e-mail e programa de mensagens. Por isso é preciso a orientação de um adulto. Entretanto, o bullying não pode ser motivo de proibição do acesso à internet. É uma ferramenta útil, mas precisa de cuidados.<br />
As vítimas de bullying devem recorrer à justiça. Se alguém criou uma comunidade para zombar de seu filho ou está distribuindo e-mails ofensivos, por exemplo, é preciso procurar ajuda. É comum ouvir frases como “Fulano é CDF”, “Ciclano, aprende a falar!” O deboche entre crianças e adolescentes é frequente nas escolas e ganha espaço e gravidade na internet.<br />
Muitas vezes tratado como brincadeira, o bullying, termo usado para descrever essas agressões verbais ou físicas constantes, pode ter consequência graves e exige atenção de pais e professores, tanto no mundo real quanto no mundo virtual.<br />
O crescimento de apelidos e histórias mentirosas ganham o respaldo da sensação de anonimato que a web permite. O promotor de justiça criminal Lélio Braga Calhau, de Minas Gerais, alerta que se for uma comunidade ou perfil falso, é preciso fazer um “PrintScreen” (comando que copia a imagem exibida na tela) e imprimir a figura. O responsável pela vítima pode fazer uma denúncia em uma delegacia de polícia ou diretamente no Ministério Público. É importante fornecer o máximo de detalhes possíveis sobre o caso, como endereço de site que veiculou a ofensa, dia e horário em que estava no ar e nome de quem publicou, caso a vítima saiba. Após a denúncia, a Justiça exige que o site retire a página ofensiva do ar.<br />
É preciso entender que o anonimato na internet é uma falsa impressão, pois a Justiça brasileira consegue descobrir o autor da ofensa e encaminhar o processo contra ele. O autor da agressão pode ser processado e ter de pagar indenização. No caso de se tratar de um menor de idade, a conta pode pesar no bolso dos pais.<br />
Sendo assim, é preciso ter cuidado redobrado. Os pais precisam verificar se seus filhos não sofrem esse tipo de intimidação, pois a maioria tem vergonha de contar, e também é preciso procurar descobrir se são autores de bullying. Para proteger os filhos das ameças dos tempos modernos, a dica é antiga: conversar em casa, ver se está tudo bem, analisar o comportamento. A vítima de bullying dá sinais de nervosismo, irritação, perde a vontade de ir à escola e se afasta dos amigos. Já os autores costumam ter comportamento violento, agressivo e egoísta. É preciso que os pais conheçam os filhos que tem.</p>
<p><strong>Cartilha de Segurança da Internet</strong><br />
Para facilitar o uso da internet, foi criada uma cartilha com a finalidade de sanar dúvidas comuns sobre segurança de computadores, redes e sobre o significado de termos e conceitos da internet. Também oferece um guria de procedimentos que tem como objetivo aumentar a integridade do computador e de posturas que o usuário deve adotar para garantir sua segurança.</p>
<p><a title="Cartilha de Segurança da Internet" href="http://www.terra.com.br/informatica/especial/cartilha/" target="_blank">Confira aqui a cartilha</a><br />
<em></em></p>
<p><em>Fontes: UOL e Terra</em></p>
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		<item>
		<title>Jovens viciados em internet são mais propensos à depressão</title>
		<link>http://comunidade.ctea.med.br/jornalismodigital/2010/02/03/jovens-viciados-em-internet-sao-mais-propensos-a-depressao/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 18:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é novidade que passar muitas horas em frente ao computador é prejudicial à saúde, tanto física quanto mental. Entretanto, nem todos sabem quais as verdadeiras consequências desse exagero. Em época de férias é mais visível esse excesso em adolescentes, que aproveitam que não tem compromissos e passam horas jogando, em bate-papos ou simplesmente procurando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é novidade que passar muitas horas em frente ao computador é prejudicial à saúde, tanto física quanto mental. Entretanto, nem todos sabem quais as verdadeiras consequências desse exagero. Em época de férias é mais visível esse excesso em adolescentes, que aproveitam que não tem compromissos e passam horas jogando, em bate-papos ou simplesmente procurando o que fazer. Muitos chegam a trocar o dia pela noite, trazendo alguns malefícios.<span id="more-177"></span> As consequências mais comuns são problemas de visão e tendinite. Porém, a reclusão social que esse excesso provoca é extremamente prejudicial aos jovens, principalmente naqueles mais tímidos. De acordo com psicólogos, a internet por si só não traz nenhum dano aos usuários nem mesmo à sua vida real. O problema é o uso prolongado e abusivo, passar dias, meses e anos em frente ao computador, deixar de sair com amigos ou ter momentos de lazer, a médio e longo prazo, pode ocasionar mudanças de comportamento na vida dos adolescentes. Jovens que eram extrovertidos no quesito convivência com pessoas reais, com o tempo podem apresentar mudanças de atitudes e se tornarem tímidos, inseguros, se tornam intolerantes para algumas situações e se isolam socialmente.<br />
Os psicólogos afirmam que a utilização do computador fascina muito os jovens, principalmente por trazer entretenimento, diversão e interatividade, o que pode causar “esquecimento” do mundo exterior. A grande prova disso é que muitos jovens passam horas em frente ao PC e não observam o tempo passar. Simplesmente esquecem, quando percebem já anoiteceu ou, caso contrário, o dia já está clareando.<br />
É preciso esclarecer que a internet não é algo negativo, entretanto, pode se tornar no caso de utilização abusiva. Do ponto de vista psicológico, ficar muito tempo focado na internet pode causar danos sim. Um deles pode ser a depressão e a dependência tecnológica. Além desses problemas, o medo de rejeição e necessidade de aceitação também contribui para o uso indiscriminado dessa ferramenta. Outro ponto que deve ser observado em relação ao uso prolongado do computador é o efeito colateral à respeito da saúde física e problemas nos estudos. Os jovens passam a dormir menos para ficar mais tempo conectados à internet, dormem tarde, sendo que muitos precisam acordar cedo para ir à escola. E, consequentemente, apresentam baixo desempenho dentro da sala de aula e ficam sonolentos, o que resulta em um déficit cognitivo, em pedra de capacidade de concentração, atenção e aprendizado. Juntamente com esses fatores, alguns podem apresentar dores nas costas, devido ao longo tempo que passam sentados, dores nos braços, na cabeça, cansaço nos olhos, passam a se alimentar mal (ou substituem refeições por refrigerantes e bolachas ou ainda não comem nada para ficarem mais tempo online). Há casos em que adolescentes ganham peso pela falta de prática de exercício, começam a ter cansaço excessivo devido a noites mal dormidas ou porque ficam muito tempo online, que resulta em um sistema imunológico baixo, predispostos a qualquer tipo de doença.<br />
A verdade é que, para evitar qualquer tipo de doença física ou mental, não existe um tempo limite para ficar em frente ao computador. O tempo ideal de permanência na internet é muito relativo. Para crianças, recomenda-se estabelecer regras claras e tempo limite para que não haja excessos. A sugestão é de 45 minutos a uma hora por dia. Para os adolescentes, talvez de duas a quatro horas seja o ideal, sem esquecer de combinar horário para dormir e acordar. Mas, tudo isso depende das regras que os pais impõem aos filhos, ensinando-os que eles podem utilizar a internet como forma de entretenimento, informação e trabalho, mas que tudo precisa de limites.<br />
<strong> Os estudos comprovam</strong><br />
Um estudo feito por cientistas britânicos, revelou, nessa quarta-feira, que quem passa muito tempo em frente à internet tem mais propensão a apresentar sintomas de depressão. Não está claro, no entanto, se a internet pode causar depressão ou se a rede atrai os deprimidos. Psicólogos da Universidade de Leeds afirmaram que tem notado uma impressionante evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão na qual substituem a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento social. A autora do estudo, Catriona Morrison, disse que isso reforça a especulação pública de que o excesso de engajamento em sites que servem para substituir a função social normal poderia levar a transtornos psicológicos correlatos, como depressão e dependência.<br />
A verdade é que, esse tipo de “surfe adictivo” pode ter um sério impacto na saúde mental. Na primeira parte da pesquisa com jovens ocidentais sobre essa questão, os estudiosos analisaram o uso da internet e os níveis de depressão entre 1.3149 britânicos de 16 a 51 anos e concluíram que 1,2% deles eram viciados em internet. Esses dependentes passavam proporcionalmente mais tempo em sites de conteúdo sexual, de games ou comunidades online. Apresentaram também um incidência maior de depressão moderada ou severa do que a média dos usuários normais. Por essa razão, os responsáveis pelo estudo afirmaram que o uso excessivo da internet está associado à depressão, mas ainda não se sabe o que vem primeiro: as pessoas deprimidas atraídas para a internet ou a internet que causa a depressão. Porém, o que está claro que é para um pequeno grupo de pessoas o uso exagerado da internet pode ser um sinal de alerta para tendência depressivas. Embora o percentual de 1,2% de dependentes seja baixo, representa o dobro da incidência de viciados em jogos na Grã-Bretanha, que é de 0,6%.<br />
Já no lado oriental, o número de jovens chineses viciados em internet chegou a 24 milhões, em 2009, de acordo com um estudo da Associação da Juventude Chinesa para Desenvolvimento da Rede. Segundo os dados, um em cada sete internautas chineses considerados jovens, é viciado na grande rede. Em 2005, essa proporção era duas vezes menor. Foram entrevistados mais de 7 mil jovens para a pesquisa.<br />
A China possui 384 milhões de internautas, é a maior população cibernética do mundo e, em média, cresce 30% ao ano. No país, um terço dos chineses que acessam a internet, tem menos de 19 anos. E é exatamente nesse segmento que da população que a navegação mais cresce. De acordo com a pesquisa, 15,6% dos jovens de 18 a 23 anos são viciados em internet. Entre as crianças de 6 a 12 anos, 8,8% delas apresentam condutas típicas de um dependente. Para os especialistas, um viciado em internet é aquele que, diariamente, por pelo menos três meses, gasta mais de seis horas do seu tempo livre navegando na internet.</p>
<p><em>Fontes: Terra e AtlasPsico</em></p>
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		<title>A nova criação da Apple: o iPad</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 18:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Paciornick</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançado ontem, oficialmente o iPad, da Apple, o tão aguardado tablet da empresa. O aparelho é um pequeno computador, em formato de prancheta que pesa pouco menos de 700 gramas e tem tela sensível ao toque de 9,7 polegadas, com espessura total de 1,2 centímetro. Ele tem apenas um botão e o teclado fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado ontem, oficialmente o iPad, da Apple, o tão aguardado tablet da empresa. O aparelho é um pequeno computador, em formato de prancheta que pesa pouco menos de 700 gramas e tem tela sensível ao toque de 9,7 polegadas, com espessura total de 1,2 centímetro. Ele tem apenas um botão e o teclado fica na própria tela. Seu tamanho é semelhante ao de um teclado tradicional. Também conta com uma versão com conectividade 3G. Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, diz que o iPad se encaixa em uma nova categoria de produto, que fica entre o smartphone e o notebook, sem ser, necessariamente, um netbook. O produto tem a função de ser um intermediário entre os dois aparelhos existentes e durante anos, a equipe da empresa se prepara para lançar essa nova categoria, com o objetivo de ser melhor do que um laptop e do que um smartphone.<span id="more-170"></span><br />
Com o iPad é possível navegar pela web, por enquanto sem o suporte ao padrão Adobe Flash, como no iPhone), ver vídeos e ouvir música, com downloads direto da iTunes Store. A tela é sensível a múltiplos toques e permite digitar em um teclado virtual. O produto usa um processador Apple A4 de 1 Ghz, tem conectividade Wi-Fi, armazenamento de 16 GB a 64 GB (em memória flash), bluetooth 2.0, alto-faltantes, microfone e uma bateria que dura até 10 horas.  O lançamento do mesmo, o maior da empresa desde o iPhone, há três anos, tem o objetivo de criar uma nova categoria de aparelho sem fio, que vai permitir o uso de jogos e diversos outros tipos de mídia.<br />
O tablet usa o mesmo sistema operacional do iPhone, o que torna possível rodar aplicativos do smartphone em tela cheia no iPad. A Apple oferece um novo kit de desenvolvimento de software para o iPhone para a criação e aplicativos do novo produto. Além disse, conta ele vem com aplicativo <a title="E-books" href="http://comunidade.ctea.med.br/jornalismodigital/2010/01/08/e-books/" target="_blank">iBooks</a>, para a leitura de livros eletrônicos, que permite a compra de livros eletrônicos de cinco editoras norte-americanas, inicialmente. Vai ser o mais novo concorrente do Kindle da Amazon.com. Além disso, vai ser possível ter acesso a um programa de leitura do jornal “New York Times” e a um jogo do Eletronic Arts. O aparelho também roda uma versão adaptada do pacote de produtividade iWork, da Apple.<br />
Em relação à versão 3G, será venda exclusiva da operadora AT&amp;T, nos Estados Unidos, com planos especiais de dados para o aparelho, que custará US$499 para 16GB, US$599 para 32GB e US$699 para 64GB. O aparelho com essa opção custa US$130. De acordo com a empresa, o iPad na versão Wi-Fi começará a ser vendido daqui 60 dias, com 3G em 90, somente para os Estados Unidos.<br />
Apesar de estar sendo muito comentado e ter agitado o mundo virtual e teconológico, segundo analistas, o iPad não será necessariamente um produto de venda fácil. Isso acontece porque a quantidade de consumidores de um aparelho que fica entre o smartphone e o laptop ainda não foi detectada, apesar de existirem produtos, como o Kindle, que estão sendo disputados.<br />
A verdade é que, aos olhos de boa parte dos consumidores, o iPad tem o diferencial de uma bateria de 10 horas, pois por mais prático que seja obter vários produtos em um só, as pessoas já possuem smartphones e notebooks, sendo assim uma desvantagem se desfazer daquilo que os consumidores já possuem. E, de acordo com Steve Jobs, o objetivo da Apple esse anos, de acordo com a frase de abertura de apresentação do produto é: &#8220;Começar 2010 lançando um produto mágico e revolucionário&#8221;. Entretanto, a única mágica que o iPad pode oferecer são 10 horas de bateria.</p>
<p><strong>O mundo impresso</strong><br />
Por outro lado, as editoras depositam grandes esperanças que o computador tablet atraia novos leitores e reforce a receita, mas poucas esperam que o aparelho seja capaz de reverter, sozinho, a queda de um setor em crise há anos. Investidores e analistas são otimistas quanto às perspectivas para grupos editoriais, como Time Warner, Conde Nast, New York Times e HarperCollins. Entretanto, mantêm a cautela e alertam que o aparelho é apenas parte da solução para a fuga de leitores em busca de conteúdo mais barato oferecido pela web. Os grupos editoriais, por sua vez, estão desenvolvendo estratégias amplas que incluem celulares inteligentes e outros aparelhos.<br />
De acordo com Mike Vorhaus, presidente da Magid Advisors, o tablet da Apple elevaram em 10 a 20% a receita digital dos grupos. Porém, os grupos estão cientes do dano que a loja digital de músicas iTunes, da Apple, causou às gravadoras, ao ditar preços e permitir que os consumidores adquiram as faixas individuais desejadas, o que destruiu as vendas de álbuns. Para antecipar o tablet, Time Warner, News Corp, Conde Nast, Meredith e Hearst anunciaram em dezembro planos para uma loja digital apelidada de &#8220;Hulu para revistas&#8221;, que promoveria a venda de versões eletrônicas de todos os seus títulos.</p>
<p><em>Fontes: Terra e O Globo</em></p>
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