O Y da questão


  • Redação Ctea

    A Vida Definida


    12:58 em Sem categoria por Redação Ctea


    Era uma vez duas células. E elas eram muito distintas uma da outra. Uma tinha uma cauda enorme, comprida, que balançava pra lá e pra cá. A outra era redonda feito uma bola, toda peluda e preguiçosa, mal saía do lugar. Ler o restante deste post →




  • Redação Ctea

    Tia Marjorie


    16:14 em Sem categoria por Redação Ctea


    Todo mundo tem uma tia meio descompensada. A tia Marjorie completa todos os requisitos necessários para ser classificada como maluca, anormal, ilegal, macumbeira, muambeira e outros adjetivos relacionados à esquisitisse própria das tias que bebem conhaque às dez da manhã. Ler o restante deste post →




  • Redação Ctea

    A Experiência do Vazio


    14:10 em Sem categoria por Redação Ctea


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    É como se estivesse levitando, nu, numa enorme câmara negra. Parece que o vazio pode ser materializado em uma situação ou objeto, porque é o sentimento do “nada”; há sentimentos e onde eles estão há certas coisas também. Essas coisas estão lá, talvez, para nos permitirem explorar e expressar essa terrível experiência. Ler o restante deste post →




  • Emerson Wolaniuk

    Mercedes Benz


    18:20 em Sem categoria por Emerson Wolaniuk


    Era uma cabana dessas que a gente inventa para contar uma história bonita. Parecida com aquela em que Missy desapareceu uma vez. Menos sombria, bem menos. Rodeada por uma floresta verde de verão, uma varanda cheia de folhas pelo chão. As janelas tinham um bom tanto de pó, a porta era meio caída, já estava velha. Mas era uma cabana linda. Quando a gente entrava pela porta, nós dois, dávamos de cara para a lareira que nos aquecia nas noites de inverno e, logo ao lado, a escada que subia para o quarto. Muita madeira, pouco conforto, alguns retratos ainda na estante. Pela manhã, eu gostava de abrir as janelas e, ainda de roupão, fazer um café preguiçoso para tomar na varanda. Ler o restante deste post →




  • Emerson Wolaniuk
  • Emerson Wolaniuk

    A Palavra do Dia


    18:37 em Sem categoria por Emerson Wolaniuk


    Hoje a palavra do dia é mudança. Não fui em quem a escolheu, foi ela que veio até a mim e pairou sobre a minha testa, acendendo-se em neon e, quando eu me olhei no espelho demorei entender que aquilo só poderia ser um sinal dos deuses. Escovei os dentes olhando para o letreiro em neon, estampado na minha testa, li ele no espelho, ao contrário. E, como estava com sono, demorei entender. Ler o restante deste post →




  • Emerson Wolaniuk

    Catarse


    18:35 em Sem categoria por Emerson Wolaniuk


    Dá o play, e vem comigo, tenta entender…

    E como é que a gente se sente em momentos como este? Mil coisas acontecem à nossa volta, a gente comete mil erros quando tenta acertar o alvo. Nem sempre um não quer dizer um não, muitas vezes um não significa um sim. Mas e como é que direi sim se tudo à minha volta é não? Ler o restante deste post →




  • Emerson Wolaniuk

    A Epopéia de Zeg e Lui – Cap. VIII


    19:02 em Sem categoria por Emerson Wolaniuk


    O Sr. Vilili
    Quando Zeg pulou nas águas escuras do oceano, eu, na ponta do navio, senti meu corpo gelar-se por inteiro. A começar pelos braços, cabeça, tronco e pernas. Foi quando gritei, da proa do navio fantasma:

    - Eu sou Zeg! Sua ilusão foi desvendada! Esse corpo é apenas uma ilusão causada pelos seus sortilégios, Senhor da Dúvida! Ler o restante deste post →




  • Emerson Wolaniuk

    A Epopéia de Zeg e Lui – Cap. VII


    20:07 em Sem categoria por Emerson Wolaniuk


    O céu infinito do Universo e um oceano negro. No fim do horizonte, um astro imenso, refletindo seus raios azuis nas águas, quase molhando sua borda nas ondas mansas, que ondulavam ritmadas. Aquela, na verdade, era a Estrela Morpheus:  o único astro do Universo que emitia luz negra. Às beiras do oceano, perdendo-se ao longe, à esquerda e à direita do campo de visão, pirâmides imensas feitas de espelho. O céu era tão preto quanto o mar, mas sem os reflexos azuis e espelhados, a desenhar pirâmides invertidas às suas margens. Os reflexos das ondas e das pirâmides era o que o fazia perceber que navegava lentamente, paralisado, em direção a Morpheus, ao sabor do som ensudercedor do silêncio. Enquanto se aproximava do fim do horizonte, percebeu uma silhueta na luz do astro, pairando sobre a água. Ler o restante deste post →




  • Emerson Wolaniuk

    A Epopéia de Zeg e Lui – cap.V


    11:46 em Sem categoria por Emerson Wolaniuk


    O Homem Branco

    - Você está atrapalhando a minha concentração – disse o Homem Branco, sem mexer a cabeça. Continuava olhando para aquele horizonte nublado, sem fim e sem outra descrição.

    - Desculpe, eu pensei que fosse meu amigo Zeg, sabe, a gente está brincando de…

    - Esconde-esconde. Uma brincadeira muito comum entre as crianças terráqueas. É ridiculamente simples: uma criatura procura as outras criaturas, que se escondem. Isso, depois de se contar até dez, 100 ou outra sequência numérica qualquer, sem nenhum tipo de progressão, nem aritmética e nem geométrica. Enquanto exercitam tal capacidade, de forma lúdica, experimentam alguma felicidade, principalmente as criaturas mais jovens. Ler o restante deste post →