Escalas de evidência estão na moda. É comum ouvirmos as frases “este estudo é nível 1”, “tem grau de recomendação B”…
O que significa isso? Qual a vantagem de usarmos as escalas? E afinal para que elas realmente servem?
Não tem como entender uma escala de evidência científica se não entendermos um mínimo dos tipos principais de
estudos e da história.
Se fizermos uma divisão extremamente simplista, podemos dividir os estudos em:
1- Observacionais (coorte) – observamos o que acontece ao longo do tempo, são os estudos que determinam
incidência ou risco. Por exemplo, se quisermos saber qual a incidência de infarto em sedentários teremos que ficar
observando eles durante um determinado tempo para chegar a uma conclusão.
2- Experimentais (ensaios) – para saber se um tratamento é superior ao outro nada melhor que um experimento.
Por exemplo, separamos dois grupos, damos a medicação A para um e B para outro e depois comparamos os resultados.
3- Descritivos – para sabermos uma técnica de cirurgia não adianta nada ler um experimento, temos que ler a
descrição dos seus passos.
4- Estudos de base – são os estudos de ciência pura, que muitas vezes não estão associados com um objetivo aplicado.
Exemplo: estudos anatômicos.
.
Logo vem a questão mais importante deste texto, se cada estudo tem uma função específica,
para que serve uma escala de evidência?
Porque graduar a importância destes estudos se eles têm fins diferentes?
Aulas de Metodologia Científica.
Nota: Os arquivos estão em formatos ppt(Office 2003), pptx(Office 2007) ou PDF (acrobat) conforme foi possível conversão. Alguns estão disponíveis apenas para download com link direto. Outros irão abrir uma tela de visualização. Caso tenha interesse em baixar estes arquivos de visualização, clique no canto inferior da tela onde está escrito “ações” (figura).